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	<title>Guia do Éder</title>
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		<title>Fran`s Café</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Aug 2010 20:54:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Éder Y.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde que o Fran`s chegou à Capital, acho que o frequentei umas seis ou sete vezes. Com base na minha experiência e em relatos de amigos e colegas, é possível tirar uma simples conclusão: o lugar é ruim.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá moçada! Hoje vou abrir uma brecha na minha série de textos sobre Maceió para falar de um lugar que chamou a atenção quando chegou em Campo Grande, mas que se mostrou muito fraco no atendimento: o Fran`s Café (www.franscafe.com.br), na Rua Cândido Mariano, 2453.</p>
<p>O Fran`s Café é uma franquia e acho que chegou em Campo Grande em por volta do final de 2008, início de 2009. Lembro-me que quando a cafeteria foi inaugurada, foi muito celebrada pelo fato de ficar aberta 24 horas. Tornou-se um ponto bacana de ir depois de festas e baladas.</p>
<p>Desde que o Fran`s chegou à Capital, acho que o frequentei umas seis ou sete vezes. Algumas na companhia da minha esposa, outras sozinho. E com base na minha experiência e em relatos de amigos e colegas que também foram ou costumam ir, é possível tirar uma simples conclusão: o lugar é ruim.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-524 aligncenter" title="frans-cafe-campogrande" src="http://www.yanaguita.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/frans-cafe-campogrande.jpg" alt="" width="500" height="335" /><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-162" title="estrelas2" src="http://www.yanaguita.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/08/estrelas2.gif" alt="" width="56" height="26" /></p>
<p>Um dos primeiros e mais marcantes problemas do Fran`s Café de Campo Grande é o atendimento. Os funcionários demonstram muito despreparo para atender e servir os clientes. Um simples capuccino pode demorar 10 minutos! Se você pedir algo mais elaborado, como um café gelado com sorvete ou um petit gateau, prepare-se para esperar entre 10 e 15 minutos.</p>
<p>Outro problema é a falta de itens do cardápio. Sabe aquela história de &#8220;tem, mas acabou&#8221;?. Pois é. Esse é o caso do Fran`s Café, que tem um cardápio enorme, mas dos quais muitos partos e quitutes não estão disponíveis.</p>
<p>Uma outra questão problemática que enfrentei foi a falta de tato dos funcionários e a falta de internet wireless. Explico: certo dia, numa quarta-feira (dia que minha faxineira limpa meu apartamento), dei uma passada no Fran`s para tomar um café e enviar alguns e-mails pelo meu notebook. Pedi um pão de queijo, um capuccino e uma água mineral. Ao ligar meu notebook, tentei encontar a rede wirelesse local. Eis que a achei, mas exigia senha. Perguntei à atendente se poderia me passar a senha e eis que ela me deu a seguinte resposta: &#8220;Desculpe, nossa rede é bloqueada para os clientes&#8221;. Ora, tem um baita de um roteador wireless preso na parede, com duas antenas. Suponho que poderia ser usado pelos frequentadores, né? Mas não, não é bem assim. De quebra, como fiquei mexendo no notebook por uns 20 minutos, me cobraram uma taxa de R 1,00 pelo uso da mesinha. Uma puta sacanagem.</p>
<p>Desde então, decidi não voltar mais ao Fran`s Café. Passei a frequentar outros lugares bem mais legais para se tomar um café, como o Firula`s (na Rua Euclides da Cunha) e o Café Donuts (na Av. Mato Grosso). Fran`s Café nunca mais.</p>
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		<title>Maceió: Angra de Ipioca e Restaurante Hibiscus</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 21:09:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Éder Y.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A praia de Ipioca é maravilhosa, um lugar paradisíaco. O lugar é ótimo para passar o dia. O Restaurante Hibiscus tem uma infraestrutura excelente. Depois que se chega lá, não dá vontade de ir embora.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<img class="size-full wp-image-517 aligncenter" title="hibiscus-angra-ipioca-maceio" src="http://www.yanaguita.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/hibiscus-angra-ipioca-maceio.jpg" alt="" width="500" height="490" /><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-165" title="estrelas5" src="http://www.yanaguita.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/08/estrelas5.gif" alt="" width="130" height="26" />
</p>
<p>Olá moçada. Depois de várias semanas sem postar nadinha, estou de volta.</p>
<p>Não anda sendo fácil. Sempre rolam idéias de textos, mas falta-me tempo. Como sou assessor parlamentar e estamos em ano de eleição, dá prá imaginar como anda a correria no trabalho, né?</p>
<p>Bom, gostaria de continuar com minha série sobre Maceió. Ah, Maceió&#8230; Que saudade de lá!</p>
<p>O tema de hoje é Angra de Ipioca. Uma praia lindíssima, localizada numa área particular (um condomínio), com um bar e restaurante maravilhoso: Hibiscus (www.hibiscusmaceio.com.br).</p>
<p>A Angra de Ipioca foi nosso primeiro destino, num domingo (um dia após chegarmos em Maceió). Como estávamos em oito pessoas, fechamos o transporte com dois taxistas, Fernando (recomendo: 82 9983-9213 e 9933-2397) e Papa-Capim. Cada táxi ficou em R$ 100, ou seja, vintão por cabeça. Nada mal. O trajeto da orla da Praia de Pajuçara até Ipioca levou cerca de 35 minutos, tempo que aproveitei para tirar um cochilo. Não há cobrança de entrada no condomínio onde fica a praia, mas prepare-se para colocar a mão no bolso.</p>
<p>A praia de Ipioca é maravilhosa, um lugar paradisíaco. A faixa de areia é muito bonita e sombreada por muitos coqueiros. O mar é fantástico, com uma água impecavelmente cristalina e quente, além de não ser muito salgada.</p>
<p>O lugar é ótimo para passar o dia. Tem uma infraestrutura excelente e tive a impressão de que há um certo controle no número de visitantes para que não haja degradação. O cardápio é ótimo, com comidas e bebidas muito bem feitas. Os garçons são atenciosos. Pegamos um pessoal em treinamento e, apesar de serem um &#8220;cadinho&#8221; lentos, foram muito gentis.</p>
<p>Como disse antes, prepare-se para colocar a mão no bolso. Nossa conta no Hibiscus ficou em torno de R$ 600. Mas posso dizer numa boa que valeu a pena cada centavo gasto. Especialmente porque a conta foi paga por um ilustre membro da nossa turma, que generosamente resolveu gastar com toda a galera um aumentozinho que havia recém recebido. Nice!</p>
<p>Enfim, a Angra de Ipioca mora no meu coração. Depois que se chega lá, não dá vontade de ir embora. Vale até destacar que gostamos tanto do lugar que planejamos voltar lá dias depois. Entretanto, uma gastroenterite se abateu sobre duas pessoas da nossa trupe e o dia no qual íamos voltar (quinta-feira) foi meio que dedicado a acompanhar e cuidar dos nossos enfermos (deu até hospital).</p>
<p>Minha nota para o Hibiscus e a Angra de Ipioca? Minha contagem no blog só vai até cinco estrelas, mas o passeio em Ipioca merecia 10 estrelas!</p>
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		<title>Maceió: Imperador dos Camarões</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 22:38:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Éder Y.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O lugar é muito bonito, climatizado e a decoração é super legal. Os pratos em geral servem de 2 a 3 pessoas. Tudo estava muito gostoso e bem preparado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-511 aligncenter" title="imperador-dos-camaroes" src="http://www.yanaguita.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/imperador-dos-camaroes.jpg" alt="" width="500" height="336" /><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-164" title="estrelas4" src="http://www.yanaguita.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/08/estrelas4.gif" alt="" width="110" height="26" /></p>
<p>Continuando minha série sobre Maceió, hoje vou falar do primeiro restaurante que visitei na capital alagoana: o Imperador dos Camarões (<a title="Link" href="http://www.imperadordoscamaroes.com.br" target="_blank">www.imperadordoscamaroes.com.br</a>).</p>
<p>Para começar, é importante saber que há duas unidades do Imperador dos Camarões: o restaurante e o quiosque. Ambos ficam de fronte à Praia de Pajuçara. No dia em que eu e meus familiares chegamos à Maceió, no início da tarde do dia 24 de abril, a primeira coisa que queríamos era nos instalar no hotel e almoçar, pois a gente já não aguentava mais os lanchinhos da TAM e dos aeroportos. Ocorre que com a série de problemas que tivemos no hotel (vejam o post sobre o Pajuçara Praia Hotel), só conseguimos sair para almoçar depois das 15h30. E o medo de não achar nenhum lugar próximo ao hotel que ainda estivesse servindo almoço?</p>
<p>Para nossa sorte, caminhamos por uns 3 ou 4 minutos e chegamos ao restaurante do Imperador dos Camarões, onde fomos muito bem recebidos e atendidos. O lugar é muito bonito, climatizado e a decoração é super legal. Como estávamos &#8220;varados&#8221; de fome, já fomos sentando e pedindo. Os pratos em geral servem de 2 a 3 pessoas. Éramos 8 pessoas, então pedimos os pratos por duplas (não necessariamente por casal, já que minha esposa, por exemplo, ama camarão, bichinho este que me causa terríveis alergias). Tudo estava muito gostoso e bem preparado. Os peixes grelhados estavam deliciosos. Quem comeu camarão adorou, disseram que eram bem graúdos e saborosos.</p>
<p>No entanto, aqui fica uma indagação ao povo de Maceió: por quê vocês parecem não gostar de tomar a cerveja estupidamente gelada??? Digo isso porque não só no Imperador, mas em todos os lugares que comemos, a cerveja sempre foi servida fria, mas não gelada, entendem? E isso me causou muita estranheza, já que o Nordeste é uma região extremamente quente e por isso a cerveja deveria ser servida beeeeem gelada.</p>
<p>No dia 26, voltamos ao Imperador, mas desta vez fomos conhecer o quiosque. Dessa vez, ao invés de ir a pé, resolvemos usar o serviço de van &#8220;leva-e-traz&#8221;. Achei a decoração ainda mais bacana que a do restaurante. Tem um estilo meio lounge, sacas? O sofázinho na entrada é ótimo depois de comer, pois dá para sentar, ficar à toa e bater papo enquanto se aguarda a van para voltar ao hotel. O cardápio é o mesmo, então voltamos a comer super bem. Depois do almoço, fomos dar uma esticada na parte externa do quiosque. Passamos a tarde enchendo a cara com muita caipirinha, caipirosca e outras delícias alcóolicas. Nessa hora, devo confessar, senti o atendimento cair de qualidade. Tive a impressão que os garçons ficaram meio desatentos, menos caprichosos. Foi estranho. Apesar disso, foi uma tarde muito legal.</p>
<p>Resumindo: no geral, não tive do que reclamar no Imperador dos Camarões. Comida boa, decoração bacana, serviço de van, tudo jóia. Só os garçons do quiosque precisam ficar mais ligados e prestativos.</p>
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		<title>Maceió: Pajuçara Praia Hotel</title>
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		<pubDate>Sun, 02 May 2010 20:50:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Éder Y.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá moçada! Depois de um deliciosa semana em Maceió, estou de volta. Nas próximas semanas vou falar um pouco do que passei como visitante da capital alagoana. E para começar, quero falar do hotel no qual fiquei hospedado, o Pajuçara Praia Hotel.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-503 aligncenter" title="pajucara-praia-hotel" src="http://www.yanaguita.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/pajucara-praia-hotel.jpg" alt="" width="500" height="334" /><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-163" title="estrelas3" src="http://www.yanaguita.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/08/estrelas3.gif" alt="" width="80" height="26" /></p>
<p>Olá moçada! Depois de um deliciosa semana em Maceió, estou de volta.</p>
<p>Foram sete dias maravilhosos. Maceió (e Alagoas) é uma terra abençoada pela natureza. Evidentemente, não posso dizer o mesmo do ponto de vista social, já que já muita, muita pobreza e sinais escancarados de profundas desigualdades sociais.</p>
<p>Me atendo ao âmbito do turismo, nas próximas semanas vou falar um pouco do que passei como visitante da capital alagoana. E para começar, quero falar do hotel no qual fiquei hospedado, o Pajuçara Praia Hotel (www.pajucarahotel.com.br).</p>
<p>Como minha esposa e eu (e mais seis parentes e amigos que foram conosco) compramos um pacote pela TAM Viagens, tivemos que escolher entre as dezenas de opções oferecidas. Optamos pelo Pajuçara Praia Hotel por três motivos básicos: 1) Boa localização, em frente à Praia de Pajuçara; 2) Bom custo-benefício; 3) Piscinas bacanas (afinal, tem hora que a gente enjoa da água salgada, mas quer continuar na água).</p>
<p>Antes da escolha, varremos a internet em busca de opiniões sobre o hotel. Haviam poucas e a maior parte delas era positiva, então ficamos sossegados. Como ouvimos dizer que o hotel entraria em reforma, mandei uma mensagem para o hotel e eles nos informaram que a reforma começaria apenas em maio. Como nossa viagem seria de 24/04 a 01/05, ficamos &#8220;de boa&#8221;.</p>
<p>O que eu não imaginava é que o aparente custo-benefício não ia se concretizar. Ficou só no bom custo, já que o benefício foi por água a baixo.</p>
<p>Nosso voo à Maceió chegou no sábado, dia 24/04, por volta das 12h40. Fomos recebidos pela Transalagoas, empresa contratada pela TAM Viagens para nosso translado. Como estávamos em oito pessoas, enchemos uma van praticamente sozinhos. Chegamos no hotel umas 13h. Para começar, demoraram um bocado para nos passar as chaves (cartões) dos apartamentos. Por quê? Os apartamentos não estavam prontos. Depois de uns 20 minutos, minha esposa e eu, minha cunhada e meu concunhado e minha sogra conseguimos nossos quartos. Minha irmã, o namorado e meu cunhado tiveram que aguardar cerca de duas horas para receberem suas chaves. Duas horas! E os pacotes foram comprados em janeiro! Ou seja, as reservas estavam feitas há quase quatro meses. Um absurdo.</p>
<p>Mas os problemas não pararam por aí: os quartos usam aquele sistema de cartão, no qual o cartão abre a porta e aciona a energia. No quarto da minha cunhada e do meu concunhadp, o tempo todo a chave se descodificava e eles não conseguiam entrar no quarto. Isso aconteceu nos três primeiros dias de estada. Já no caso da minha esposa e eu, nosso quarto sofria blecautes: de repente a energia era cortada e só voltava quando a gente retirava o cartão do seu consolo e o recolocava depois de uns dois minutos. Uma merda.</p>
<p>Na terça-feira (27), minha esposa e eu fomos superpreendidos com uma goteira no banheiro, justamente em cima do vaso sanitário. Abriu-se um buraco no gesso do teto. Ou seja, se eu quisesse mijar ou dar uma cagada, teria que aguentar um pinga-pinga na cachola. Para remediar o problema, tive que encher o buraco com papel higiênico. Pode?</p>
<p>Outra coisa incômoda no hotel é que eles parecem não se preocupar muito com a pontualidade. Exemplo: a bela piscina da cobertura, um dos carros-chefe do hotel, abre apenas às 10h. Por três vezes minha esposa e eu subimos à cobertura às 10h e encontramos a porta que dá acesso à piscina fechada. Ridículo.</p>
<p>Os elevadores do hotel também são meio loucos. Por diversas vezes, a porta se fechou em cima da gente enquanto saíamos dele. Troço perigoso!</p>
<p>Agora, o que me emputeceu mesmo foi a questão da reforma do hotel. Lembram que eu havia os consultado sobre a data das obras? Me disseram que começaria após o dia 1º de maio. Pois é. O problema é que na quarta-feira (28), a batucação começou. As obras pareciam ocorrer no 3º, 4º e até 6º andares. Um inferno de barulho. Reclamei feio para o gerente, que apenas me ofereceu uma troca de quarto. Achei pouco, muito pouco. Foi muita incompetência do hotel. Foi muita falta de consideração.</p>
<p>Mas, para ser justo e fazer disso uma análise isenta, há que se ressaltar que houveram pontos positivos no Pajuçara Praia Hotel. O primeiro deles é o atendimento do pessoal, que sempre foi muito gentil e solícito. Destaque para o Jaílson e o Fábio, mensageiros, que foram muito bacanas. A recepcionista argentina (da qual não me lembro o nome), apesar de muito séria e quieta demais, também foi bacana.</p>
<p>O café da manhã do hotel é muito legal, apesar de achar que faltam mais itens regionais. Pelo menos tem uma tapioca bem gostosa. O restaurante também tem boas opções de prato. Apenas achei os preços salgados em comparação com os outros restaurantes (muito bons) de Maceió.</p>
<p>Os quartos são confortáveis e os banheiros são muito bons. Destaque para o chuveiro, que é excelente. A limpeza também não deixa a desejar.</p>
<p>Outra coisa que achei muito legal é que o hotel empresta toalhas para que os hóspedes usem nos passeios, sem custo. Isso foi uma mão na roda, porque se a gente tivesse que lavar e secar todos os dias nossas únicas duas toalhas, seria um saco.</p>
<p>Por fim, as piscinas são ótimas. A do térreo tem a profundidade ideal e tem boa visão para a avenida e a orla. A da cobertura (quando está aberta), tem uma vista maravilhosa, embora seja muito rasa. O serviço de bar e ótimo e a caipirinha servida é uma delícia.</p>
<p>Confesso que não sei se posso recomendar o Pajuçara Praia Hotel a vocês. Na verdade, pelo preço, é uma opção aceitável. Mas se você quiser bastante conforto, recomendo que procurem outras opções em Maceió.</p>
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		<title>Paçoca do João Paçoça</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Apr 2010 15:12:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Éder Y.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem frequenta ou já frequentou a Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul deve (ou deveria) conhecer um sujeito chamado João Paçoca.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-498 aligncenter" title="joao-pacoca" src="http://www.yanaguita.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/joao-pacoca.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p>Quem frequenta ou já frequentou a Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul deve (ou deveria) conhecer um sujeito chamado João Paçoca. O homem é vendedor nato, cheio de papo e lábia para vender as dezenas de caixas de paçoca que ele leva em seu carrinho. E não é qualquer paçoca. Seo João Paçoca é categórico: vende a melhor paçoca do mundo.</p>
<p>É sempre o mesmo rito: Seo João chega lá na entrada do Palácio Guaicurus, estaciona seu carrinho de feira, lotado de caixas de paçoca, e vai abordando a galera que entra e sai da AL. Boa gente, bem-humorado, vende cada caixinha, em média, a R$ 6,00. Quem faz a paçoca é a patroa, que fica em casa mas, de vez em quando, aparece na Assembléia para vender as paçocas no lugar do marido.</p>
<p>Como muitos, comprei uma caixinha da melhor paçoca do mundo. Se é a melhor do mundo, eu não sei. Ainda (eu disse ainda) não tive o privilégio de provar paçocas de todo o País e do mundo para chegar a essa conclusão. Entretanto, posso dizer que é uma das melhores paçocas que já comi.</p>
<p>A paçoca do João Paçoca é meio rústica, sabe? A textura parece farelenta, mas é só impressão, pois ela é bem firme. Você consegue perceber que há pequeninos pedaços da casca do amendoim na mistura. Aliás, o amendoim parece ser moído de forma bem artesanal, pois a paçoca não fica compacta como aquelas de supermercado. Uma coisa que achei bem legal se refere ao sabor. Primeiro porque não é aquela paçoca que parece ser cheia de sal. Segundo porque ela não é tão doce quanto as industrializadas. Enfim, é uma delícia.</p>
<p>Quem quiser encontrá-lo, pode dar um pulo lá na Assembleia Legislativa, no Parque dos Poderes. Não é todo o dia que ele está lá, mas sempre que o encontro, é por volta das 11 ou 12 horas. Se você quiser encomendar a paçoca do João Paçoca, é só ligar: 9285-6748.</p>
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		<title>Multicasa</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 20:41:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Éder Y.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para quem constantemente faz serviços domésticos "másculos", como prender coisa na parede, consertar coisa quebrada, instalar alguma coisa, esse é um lugar muito útil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de muuuuuuito tempo longe do blog, faço mais um retorno. Do jeito que meu trabalho anda corrido, ainda vão rolar muitos retornos. Tô &#8220;quinenqui&#8221; o Exterminador do Futuro (I will be back).</p>
<p>Gostaria de falar hoje sobre uma loja muito bacana, a Multicasa. Para quem constantemente faz serviços domésticos &#8220;másculos&#8221;, como prender coisa na parede, consertar coisa quebrada, instalar alguma coisa (quanta coisa&#8230;), esse é um lugar muito útil.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-492 aligncenter" title="multicasa-campogrande" src="http://www.yanaguita.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/multicasa-campogrande.jpg" alt="" width="394" height="334" /><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-164" title="estrelas4" src="http://www.yanaguita.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/08/estrelas4.gif" alt="" width="110" height="26" /></p>
<p>Um pouquinho de história (tirada do site da empresa: <a title="Link" href="http://www.multicasa.com.br" target="_blank">www.multicasa.com.br</a>): Em 1978, Lindolfo e Elza Martin, jovens, recém-casados, põem em prática o projeto de &#8220;criar uma organização que valorizasse o conhecimento e o ser humano&#8221;, baseando-se em bons princípios e valores. Com este sonho em mente, eles se mudam de Maringá/PR para Campo Grande/MS. O investimento inicial emprestado à família significava referencialmente o valor de um Fusca. O prédio ficava ao lado da casa onde moravam, na Rua Rui Barbosa, 1901. A loja cresce e em 1980 muda para a Rua 13 de Maio, 746. Em 1994, na cidade onde a história da marca Multicasa começou (Campo Grande), mais uma unidade é aberta na Avenida Bandeirantes.</p>
<p>Ambas as unidades da Multicasa são legais, mas a da 13 de Maio é a maior e mais completa. Tem coisa prá caramba lá. Talvez essa seja a maior vantagem da loja: a variedade de produtos. Lá, já comprei bateria para telefone sem fio, pilhas, bateria para relógio e balança digital, parafusos, porcas, fitas adesivas especiais, cabos de informática, cabos elétricos, tomadas, lâmpadas, plugues elétricos, suportes de prateleiras, máscaras para limpeza e/ou jardinagem, luvas industriais, verniz de madeira, silicone industrial para reparos, luminária, produtos anti-humidade e anti-mofo, ferramentas, brocas para furadeira, canos e ligações hidráulicas, etc.</p>
<p>Já quesito preço, acho que a Multicasa fica atrás de outras grandes lojas, como a Sertão. Pelo menos em itens mais comuns, como lâmpadas, é possível achar preços melhores fora da Multicasa. Por isso, fica a dica: sempre pesquise em pelo menos três estabelecimentos.</p>
<p>Outra coisa que acho bem bacana na Multicasa é o atendimento. A moçada lá é muito prestativa e gentil, dos vendedores às menininhas do caixa. Ah, tem mais: geralmente aos sábados de manhã rola pipoca com guaraná na faixa. Very nice!</p>
<p>Também vale deixar um esclarecimento: a Multicasa e a Multicoisas são praticamente a mesma coisa (e dos mesmos donos também). Ocorre que a Multicoisas surgiu em 1984 como uma rede de franquia da Multicasa. É uma franquia 100% sul-mato-grossense, bem legal, né? Quem quiser saber mais, pode ler esse <a title="Link" href="http://www.yanaguita.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/multicoisas-sua-franquia-com.pdf" target="_blank">PDF aqui</a>.</p>
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